quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Monitorando a rede com o "The Dude"

Ola pessoal, ultimamente estava procurando algum software free para que eu possa fazer um monitoramento da minha rede no windows, e acabei encontrando um software que chama "THE DUDE"

Neste link abaixo você pode estar fazendo o download dele.
http://www.mikrotik.com/download/dude/3.5/dude-install-3.5.exe

OU apenas colocar no google: download the dude
deve aparecer varios links para download.

Instalação


Apenas clicar no software que acabou de baixar e clicar next, next...

Configuração



A configuração do “The Dude” é muito simples. Quando você o roda a primeira vez ele já conecta com o servidor local e dá a possibilidade de vasculhar a rede que estiver configurada a máquina. Você pode checar isso pelo ícone em forma de raio no canto superior esquerdo. Se quiser se conectar em um servidor remoto, é so alterar o servidor na aba “Server” do meu “Settings”. Ali nas configurações você ainda pode configurar servidores DNS para uso pelo “The Dude“, servidores de email para as notificações, perfis para acesso de dados via SNMP, o intervalo de prospecão dos serviços, acesso remoto via web, e configurações visuais diversas.
Quando o “The Dude” é iniciado pela primeira vez, ele nos mostra um dialogo para começarmos a montar um mapa da rede local. A janela de diálogo pode ser vista abaixo:
The_Dude_17
The_Dude_18
Como você pode ver, ele dá a opção de vasculha a rede na qual a máquina está sendo utilizada, uma “Black List” do que não procurar, a forma dele procurar os nomes dos hosts e a forma de procura. Lá no final ele ainda dá a opção de montar o mapa sozinho após terminar a procura dos hosts. Você pode verificar que existem abas nas quais você pode escolher os serviços as serem descobertos, o tipo do equipamento e na aba “Avançado” você pode definir opções em relação a forma como o mapa será estruturado.
Mas se você não gosta de moleza, pode fazer todo o trabalho de configuração sozinho, utilizando o sinal de mais na parte superior da área de trabalho do aplicativo, como você pode ver abaixo. Ali você pode esolher entre configurar um dispositivo, uma rede, um outro mapa ligado a este que aparece para você, e o link de acesso. Você pode ver que o link muda de cor de acordo com o consumo de banda em relação a capacidade do link. Se você utilizar todo o link ele ficará vermelhoComo aparece abaixo:
The_Dude_20
Mas como configurar os links no “The Dude“? Bem, quando você clicar em adicionar e escolher o item “Link”, será necessário desenhar a linha do link entre dois pontos. Com isto aparecerá uma tela como a que será mostrada abaixo.
The_Dude_12
Você poderá escolher um dos equipamentos que estão nas pontas do link. Após esta escolha, será necessário optar pela forma de monitoramento, que podem ser:
  • simple (sem monitoramento nenhum);
  • snmp
  • routeros
A diferença entre o snmp e o routeros na prática não existe. Apenas no aspecto técnico que é diferente, um usando o protocolo SNMP e o outro uma forma proprietária via oMirotik RouterOS.
Será necessário escolher também a interface e a velocidade desta interface. No exemplo é um link de 512Kb. E a última opção é a forma como será apresentada graficamente o link no mapa. O “wireless” por exemplo é em forma de raio. O “fast ethernet” é mais espesso que o “ethernet”, etc. Abaixo é mostrado como ficaria um mapa simple, ligando o Roteador com o Gateway da rede e os Access Points.
The_Dude_13
Como você pode ver, se o link está no limite, o link fica vermelho. Se está abaixo de 50% ele fica preto. Quando o equipamento é um mikrotik, ele apresenta a carga da CPU e da Memória. Se o link é wireless, ele informa
Acrescendando o suporte ao snmp ou ao routeros, o “The Dude” realiza um histórico do link, exatamente como o clássico MRTG. Isto pode ser visto abaixo.
The_Dude_15
Como no MRTG, existe gráficos por hora, semana, mês e ano. Isto é extremamente importante para indentificarmos gargalos associados a horários, por exemplo. É uma forma de monitorar também se o provedor do teu link está cumprindo o que promete ou não.
Conclusão
Bem, é isto! Como você pode perceber, instalar e configurar o “The Dude“, é muito fácil. É uma forma de se implementar um monitoramento, se você já possui uma máquina rodando Windows, não quer pagar licensa e ter um monitoramento prático, flexível e robusto.

Requisitos para execução do ESX (vSphere4)


Amigos, vamos falar um pouco sobre o ESX (vSphere4) um sistema operacional exclusivo para virtualização, na verdade é uma plataforma de virtualização. Os sistemas operacionais na verdade é a Service Console (Baseado no RHEL 5 64 bits) e o VMKernel, um sistema operacional de alto nivel, responsável por controlar os recursos do host.
Para fazermos a instalação do ESX é necessário que seja executado alguns requisitos, sendo necessário ser instalados em servidores 64 bits x86 veja alguns modelos:

*Todos os processadores AMD Opterons com suporte a 64 bits;
*Todos processadores INTEL XEON 3000/3200, 3100/3300, 5100/5300, 5200/5400, 7100/7300, and 7200/7400 com suporte a 64 bit.
*Todos processadores Intel Nehalem com suporte a 64 bit.

Memória de RAM
Necessário no minimo 02 GB;
Placas de Redes
Uma ou mais placa de redes, tais como:
*Placa de Rede gigabit Broadcom NetXtreme 570x
*Intel PRO 1000 ¹

* ¹Uma dica é que esta placa de rede, é nativa no ambiente de virtualização VMware Workstation, ou seja, se quiser pode virtualizar o próprio vSphere4.
Agora vamos falar um pouco sobre armazenamento no vSphere4.
Existem algumas controladores SCSI básicas que podem ser utilizadas como:
Adaptec Ultra-160 and Ultra-320, LSI Logic Fusion-MPT, Symbios SCSI
Já para Fibre Channel, consulte o guia de compatibilidade de Hardware Vmware
http://www.vmware.com/resources/compatibility.
Se tratando de controladores RAID, temos algumas como:
HP Smart Array, Dell Perc (Adaptec RAID and LSI MegaRAID), e IBM (Adaptec) ServeRAID
Agora vamos escrever sobre a instalação e armazenamento no vSphere4.
Já ouvi falar muito que o vSphere4 não era possível instalar em um HD que não fosse SCSI, ou seja, se tivesse um disco SATA não seria possível instalar. Esta informação está INCOERENTE.
Sim, podemos fazer a instalação do vSphere4 em HD’s Sata, porém temos que observar se a controladora on-board do disco SATA é uma das listadas abaixo:
Intel ICH9
Nvidia MCP55
ServerWorks HT1000

Algumas considerações ao instalar o ESX em discos SATA.
*Tenha certeza que o seu disco SATA está conectado por meio de uma controladora SAS suportada, ou uma onboard;
*Não use discos SATA para criar datastores VMFS compartilhados por meio de multiplos hosts ESX
* ATA e drives de disco IDE: ESX suporta instalação e booting em drive SATA ou ATA RAID, mas tenha certeza que o seu controlador de disco está incluso na lista de suporte a hardware. Drives IDE são suportados para instalação ESX e criação de volumes VMFS.

Fonte: http://netsolution.wordpress.com/

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Primeiro servidor do Google




Ao lado uma imagem do primeiro servidor do Google.
Incrível imaginar como isso hoje foi substituído por milhares de servidores que dão conta das buscas e serviços do Google para todo o mundo.
Este servidor, de 1999, quase não dava conta dos mais de 500,000 acessos diários, estimativa de acessos da época ao serviço de busca.
Aproveitando: No post do Digg, um comentário apontou para nossa versão do Google Master PlanIncrível como mesmo um link nos comentários traz uma vistação considerável a sitescitados por lá.
Veja mais sobre a história da empresa.

Seu servidor é compatível com Vmware ESXI ?



Uma das perguntas mais feitas é referente a compatibilidade do VMware ESXi com determinadas placas mãe ou placas RAID. Como o VMware ESXi é feito para rodar em servidores propriamente ditos, há uma chance grande que algumas placas mãe, placas de rede ou placas Raid não sejam suportadas.
Eu acho que já que o VMware ESXi pode fazer sua empresa economizar muito com hardware e que um servidor que contém 2, 3 ou mais servidores virtuais é mais crítico que um que contém somente uma instância de sistema operacional, é extremamente recomendável que você capriche na configuração. Isso implica em utilizar discos SAS e não SATA, utilizar RAID 1 ou 5 e comprar servidores de qualidade como Dell, IBM, HP ou Sun.
Mas nem sempre a realidade é esta e muitos precisam utilizar hardware de estações de trabalho para este fim. Se este for o seu caso o site Ultimate ESX Whitebox pode ajudar. Lá há uma lista de placas mãe e sistemas completos compatíveis com o ESXi que podem ser útil para consulta antes de comprar os componentes.

Configurando DNS no Debian lenny

Com o Debian é muito simples configurarmos um servidor DNS. Primeiramente devemos ir até o diretório do Bind9, que fica em /etc/bind. Lá veremos o arquivo de configuração que é o named.conf.local e os arquivos referenciados nas zonas do named.conf. 

Vamos pôr a mão na massa. Devemos editar o named.conf.local, normalmente as configurações são feitas no named.conf, no nosso caso vamos configurar o named.conf.local por que La no named.conf existe uma linha (include "/etc/bind/named.conf.local";) apontando para este local, no caso eles criaram este outro caminho para ficar mais organizado as configurações do DNS, bem procure utilizar o
 editor de sua preferência, aqui utilizarei o vim. Veja o exemplo: 

# cd /etc/bind
# vim named.conf.local
 

O arquivo deve ser algo + - assim:
 
//
// Do any local configuration here
//

// Consider adding the 1918 zones here, if they are not used in your
// organization
//include "/etc/bind/zones.rfc1918";


Você deve acrescentar duas zonas referentes ao seu domínio e ao seu IP, como por exemplo:
 
## minhas zonas ##
zone "seudominio.com.br"{ (seu domínio)
        type master;
        file "/etc/bind/db.seudominio.com.br"; (esse arquivo nos criaremos e é a referencia desta zona o domínio)
};
zone "1.168.192.in-addr.arpa"{ (seu ip reverso )
        type master;
        file "/etc/bind/db.1.168.192";  (esse arquivo nos criaremos e é a referencia desta zona o ip reverso)
};
## fim das minhas zonas ##


Isso deve ser acrescentado no fim do arquivo de configuração named.conf. Agora vamos criar os arquivos que são referenciados nas zonas, esses arquivos devem ser salvos junto com o arquivo de configuração, dentro de /etc/bind. 

Vamos ao primeiro arquivo do domínio, o db.seudominio.com.br. Edite para que fique desta forma:
 
$TTL    604800   (nome da máquina.seu domínio)  (root.nome da máquina.seu domínio)
@       IN      SOA     MyMaster.seudominio.com.br root.MyMaster.seudominio.com.br (
                              1        
 ; Serial
                         604800        
 ; Refresh
                          86400        
 ; Retry
                        2419200        
 ; Expire
                         604800 )      
 ; Negative Cache TTL
;
MyMaster   IN   A    192.168.1.3  (nome da máquina depois seu IP)
www        IN   A    192.168.1.3
mail       IN   A    192.168.1.3

@          IN   MX   5   MyMaster. seudominio.com.br.
@          IN   NS       MyMaster. seudominio.com.br. (nome da máquina.seu domínio)
@          IN   A    192.168.1.X
 ;(seu ip)


Depois devemos criar o arquivo referente ao seu IP reverso (db.1.168.192) e deixá-lo assim:
 
$TTL    604800 (nome da máquina.seu domínio)  (root.nome da máquina.seu domínio)
@       IN      SOA     MyMaster. seudominio.com.br. root.MyMaster. seudominio.com.br. (
                              1        
 ; Serial
                         604800        
 ; Refresh
                          86400        
 ; Retry
                        2419200        
 ; Expire
                         604800 )      
 ; Negative Cache TTL
@       IN      NS      MyMaster. seudominio.com.br. (nome da máquina.seu domínio)
3       IN      PTR     MyMaster. seudominio.com.br. (nome da máquina.seu Domínio)


OBS: O 3 significa o número de sua máquina em seu IP, como neste exemplo 192.168.1.3. 

Prontinho! Agora só precisamos testar, para isso devemos restartar o serviço do Bind9 com o seguinte comando:
 

# /etc/init.d/bind9 stop
 
# /etc/init.d/bind9 start
 

Você também pode verificar possíveis erros executando o seguinte comando:
 

# named-checkconf
 

Esse comando te mostrará possíveis falhas. Agora edite o arquivo
 /etc/resolv.conf, deixando-o assim: 
search  seudominio.com.br # seu domínio
nameserver 192.168.1.3  
 # seu ip

Esse arquivo e responsável pelo acesso ao DNS. Para testar e ver se tudo está funcionando, basta apenas utilizar o comando ping, veja:
 

$ ping seudominio.com.br
(seu domínio)

$ ping www. seudominio.com.br
(site de seu domínio)

$ ping mail. seudominio.com.br
(email de seu domínio)

$ ping www.google.com.br
(um site qualquer para ver se está resolvendo mesmo)
 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Configurando TS Web Access

Temos a capacidade para instalar esse componente em um servidor Windows 2008, não tem que ter Terminal Services instalado, e normalmente é instalado no servidor que tem a função de Gateway. Este componente nos permite conectar-se a apresentação de candidaturas publicado em servidores de terminal ou um desktop do servidor Terminal Services.

Web Access
Primeiro de tudo é para instalar este componente, para isso, estamos indo para "Server Manager" e adicione essa função, que marcará o assistente e "TS Web Access, clique em" Avançar "
Web Access
Confirmamos que este é o que queremos, indica que o acesso a isso, temos de utilizar um browser e conectar-se HTTP: / / SERVIDOR_WEB_ACCES / TS. Clique em "Install" para iniciar a instalação,
Web Access
... Esperemos que durante a instalação ...
Web Access
OK, instalado com êxito. "Fechar",
Web Access
Agora, a partir de qualquer navegador para este endereço, use o Internet Explorer (que pediu para introduzir as credenciais, que autenticado com um usuário de domínio e aceitar.
Web Access
Esta será a aparência do console, "Programas RemoteApp" nós publicamos aplicações a que temos acesso. Clique em qualquer um deles iria cobrar de nós.
Web Access



Em "Remote Desktop" Nós podemos ligar diretamente para o desktop de qualquer servidor no Terminal Services, e clique em "Opções>>" ver configurações diferentes para se conectar.
Isto é o que seria o console da Web Access, bastante útil quando você não tem mão ou cliente RDP seria o caminho para se conectar a aplicações publicadas você tem acesso.
Vemos este documento, se quisermos garantir a conectividade e nós conectar usando HTTPS em vez de HTTP, que criptografa a conexão com um certificado SSL -AKI, para que a senha é criptografada.

Alterando senhas com o LOCKSMITH


Alterando senhas com o LOCKSMITH
Tenho certeza que muitos administradores de rede e analistas de suporte irão se identificar com o seguinte cenário:
Alguém remove o computador do domínio sem antes alterar a senha da conta Administrator Local. Ou você recebe um computador standalone (workgroup) e precisa efetuar logon mas você não sabe a senha local do Administrador.
Calma !! Não se preocupe !! Use o DART  (Microsoft Diagnostics and Recovery Toolset). O DART é uma ferramenta que faz parte do MDOP (Microsoft Desktop Optimization Pack) porém a Microsoft disponibilizou uma versão de avaliação de 30 dias para download com algumas limitações em http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=5d600369-0554-4595-8ab4-c34b2860e087&DisplayLang=en. Ou acessewww.microsoft.com/download e procure por DART.
Essa ferramenta possue um utilitário chamado LOCKSMITH que consegue alterar a senha das contas locais de computadores inclusive a conta de Administrador.
Pré-requisitos : Essa versão para download não funciona no Windows Vista e Windows Server 2008 ( na versão Full sim), isso significa que essa versão poderá ser usada somente no Windows 2000/XP e Windows Server 2003. Se você tentar instalar essa versão no Vista a mensagem abaixo aparecerá alegando que a versão do sistema operacional não é suportada, neste caso use uma máquina Windows 2000/XP ou Windows Server 2003.
Prossiga com a instalação e observe que na pasta C:\Program Files\Microsoft Diagnostics and Recovery Tools haverá um arquivo Dart.ISO. Use qualquer ferramenta de gravação para gerar um CD de Boot utilizando este arquivo.
clip_image002
Com o CD de Boot em mãos você irá efetuar inserir este CD no computador que queira alterar a senha. Não esqueça de configurar a BIOS para efetuar o Boot pelo CD ao invés do Disco.
Uma console gráfica irá carregar com uma interface parecida com o do Windows XP, selecione o Sistema Operacional, Time Zone e Configuração de Teclado.
Clique em Start, System Tools e selecione Locksmith
clip_image001
Selecione qual é o usuário local que deseja alterar a senha e clique em Next.
clip_image002
Insira uma nova senha  e clique em Next e Finish.
clip_image003
Reinicie seu computador e use as novas credenciais que você acabou de redefinir. Pronto !!!!

Tendências no T.I para 2010


Mudanças na Careira de Profissionais de TI

Com as novas ondas de tecnologia, como a computação em nuvem, os profissionais de TI precisam se movimentar. Isto é, na minha opinião, a única verdade que eu posso revelar aqui no meu post. Mas para onde e como, eu só posso adivinhar baseado em informações e valores históricos. Simplesmente conhecer Windows e Linux não é mais o que o mercado pede de um profissional de TI qualificado.
  • Analisando os profissionais de infraestrutura, um aspecto cada vez mais importante é se dedicar em adquirir conhecimento básico em otimização de TI e processos de negocio . Entender a linguagem do negocio, facilitaria a criação de interfaces eficiências na definição e implementação de novos serviços.
  • O mesmo aspecto se aplica na integração dos times de infraestrutura e desenvolvimento. Baseado na minha prática durante vários anos na área, muitas disputas emocionais entre as duas áreas, prejudicam a qualidade dos serviços e a entrega. Desenvolvedores não querem falar com as pessoas da infraestrutura e vice e versa, isto precisa acabar.
  • Os profissionais de infraestrutura precisam começar a definir, criar e gerenciar um portfólio de serviços de infraestrutura com políticas e processo ágeis, que podem ser oferecidos para os desenvolvedores que precisam se submeter a estas regras sem exceções. Estes processos precisam ser ágeis, oferecendo a capacidade de adaptar-se rapidamente a novas requisições.
  • Aumentar o grau de automatização na operação deixa os profissionais de infraestrutura se dedicarem aos assuntos estratégicos complexos e virar um recurso estratégico da empresa.
  • Tarefas básicas de um profissional de TI:
    • Desenhar ambientes de Infraestrutura (Visão)
    • Definir estratégias de TI
    • Definir padrões de TI
    • Revisar projetos de TI
    • Mentor de projetos de TI
    • Gerenciar relacionamento com parceiros

Gastos na área de TI aumenta 3,3%

Os analistas afirmam, baseados nas pesquisas, que para este ano a otimização da TI seria a palavra chave em todas verticais. Ou seja, as companhias continuarão correndo em busca de tecnologias para reduzir custos de suas operações criando mais espaço de ser invovatios. Eu já ouviu esta palavras muitas vezes! Que falta na área de TI? Porque com todas as novidades e inovações as empresas não conseguiram absorver estas tecnologias e otimizar o próprio ambiente? Durante 2009 foram feitas várias ondas de redução de custo com mais ou menos sucesso, mas com certeza ainda sobraram gorduras por causa da complexidade, baixa maturidade e falta de conhecimento. Eu nem vou começar a falar sobre a falta de gerenciamento humano e falta de visões dos líderes de TI :)
Lembrando que novos investimentos seriam feitos em aspectos de inovação de negocio, que por definição são atingidos com novas aplicações. A TI precisa mostrar valor em conjunto com a área de negócios, com agilidade e eficiência aplicando as inovações. Os profissionais de infraestrutura vão aproveitar o possível crescimento do mercado? Eu acho que não!
Simplesmente por causa da restrição no orçamento e da proteção dos resultados financeiras da empresa.

Tecnologias

Business Analitycs (BA)
Otimização e simulação usando modelos e ferramentas analíticas para maximizar a eficácia de processo e decisão de negócios, analisando cenários alternativos. Nos últimos anos as empresas investiram em sistemas de relacionamento com clientes e Business Intelligence (BI) e outras aplicações de negócios que geram montanhas de dados e a complexidade dos sistemas dificulta a busca de informações rapidamente para a tomada de decisão.
Redes Sociais
Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para apoiar o seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (quer pessoais ou grupo) e outra para acessar informações “externas”. Empresas devem concentrar-se tanto em comunidades públicas, uso de software social, meios de comunicação social na empresa e participação e integração com externamente virada patrocinado pela empresa. Não ignore o papel do perfil social para reunir as Comunidades. Uma outra tendência para 2010 é o uso das redes sociais no ambiente corporativo para trazer para as áreas de negócios informações dos clientes e da concorrência, que muitas vezes ficam na cabeça dos funcionários e não são compartilhadas.
Virtualização / Cloud Computing / S+S
É um estilo de computação que caracteriza um modelo no qual provedores oferecem uma variedade de recursos de IT aos consumidores de computação em nuvem. Serviços baseados em nuvem podem ser explorados em uma variedade de maneiras para desenvolver um aplicativo ou uma solução. Usar recursos de nuvem não elimina os custos de soluções, mas reorganiza alguns e reduz outros. Em 2010, os temas cloud computing, virtualização e TI verde continuarão na agenda dos executivos e vão exigir novos investimentos em infraestrutura. As empresas deverão ir às compras em busca de equipamentos maismodernos para fazer integração de sistemas.
SOI & SOA
SOA/SOI continuarão na agenda das empresas. No ano de 2010 várias empresas vão começar ou continuar aplicações baseadas em serviços, mas desta vez com mais sucesso e aprendendo com erros no longo do caminho. Dentro da estratégia “Service Oriented Infrastructure” encontramos a agilidade que as organizações necessitam acrescentando coordenação e gerenciamento de serviços aos benefícios da interoperabilidade. Por esta visão, as organizações podem distribuir novas capacidades mais rápidas, gerenciar mudanças quando elas ocorrem e maximizar a reutilização de componentes de infraestrutura. Vamo ver se isto vai virar realidade …
Green-IT
TI pode habilitar muitas iniciativas verdes. Iniciativas verdes comuns incluem o uso de documentoseletrônicos, reduzindo despesas de viagem e tele trabalho. A TI também pode fornecer as ferramentas analíticas que outros na empresa podem usar para reduzir o consumo de energia para o transporte de mercadorias ou de outras atividades de gestão de carbono.
Aplicativos Móveis
Pelo final do ano 2010, 1,2 mil milhões de pessoas transportarão handsets capazes do comércio móvel, fornecendo um ambiente rico para a convergência da mobilidade e da Web. Já existem muitas milhares de aplicações para plataformas como para o iPhone da Apple, apesar do mercado limitado e a necessidade de codificação exclusivo.
Referência: Blog Markus Christen